Tabaninae
Tabaninae
- Grupo
- Insetos
- Onde foi registrada
- Queluz
- Fotografias
- 4
Os olhos dela são enormes e ocupam quase toda a cabeça, e na terceira foto aparece o que faz esse grupo inconfundível: eles têm faixas coloridas e brilho metálico enquanto o bicho está vivo, um padrão que some por completo depois que ele morre.
Fotografei em fevereiro de 2026, em Queluz, sobre um pano branco e depois numa madeira.
É uma mutuca, e vale separar quem faz o quê. Só a fêmea corta pele, e não com uma agulha como o mosquito: ela usa peças em forma de lâmina que abrem um ferimento, e depois lambe o sangue que escorre. É por isso que a picada dói tanto e continua sangrando.
Ela faz isso só quando precisa de proteína para os ovos. Fora essa necessidade, vive de néctar, e o macho vive de néctar a vida inteira, porque nem tem o aparelho para cortar.
Elas caçam pela visão e são atraídas por vulto grande, escuro e em movimento, e por superfície polarizada, o que explica por que aparecem tanto perto de carro e de água.
Esta subfamília tem uma espécie confirmada nesta região.
Quatro fotos de uma mutuca com os olhos ainda acesos.